One of my current initiatives is to write about studies and experiences that I am having lately with knowledge work systems. It started as a blog post, then become several posts and now is a mini-book that I want to evolve as my motivation about the subject grows with time. So here is the link for a draft of the first few pages: Click here to download I'm really proud to announce this in AgileBrazil which is happening in my birth city (Brasilia) at this moment.  I will be glad to receive any feedbacks or suggestion of topics to cover by e-mail. My e-mail address --> contact at alissonvale dot com.

 
 
Hoje vive-se o dilema de encontrar o limite adequado entre o craft e o lean. Quanto do processo de software deve ser "criação" e quanto deve ser "produção". O quanto ele deve ter de "artesanal" ou de "industrial". Hoje há dois extremos em agile. E é difícil saber onde se posicionar entre eles. Talvez seja isso que torne o paradigma tão forte conceitualmente. Software precisa de qualidade e excelência (craft), mas também precisa de gestão, números e tendências (lean)... quanto é necessário de cada um para compor um bom projeto de software? Como nivelá-los de acordo com a situação e com o cenário em que se atua?Por outro lado, há um outro fenômeno interessante. Muitos querem usar Agile, e não é fácil em muitos cenários. Enquanto uma parte das pessoas tenta proteger o novo paradigma de conceitos atrelados ao velho, outros tentam adaptá-lo a esses conceitos para que possam entrar no circuito ou expandir sua influência na indústria como um todo. Algumas vezes para dar respostas a nichos de mercado que não querem assumir o risco ou não tem certeza sobre os efeitos gerados por uma mudança tão brusca. É por isso que quando, por exemplo, a palavra CMM se junta à palavra Ágil em algum momento, a internet recebe uma enxurrada de e-mails, posts, etc com opiniões contra e a favor. O interessante que tanto quem é contra quanto quem é a favor clama por defender ou se beneficiar dos mesmos princípios. Mais uma vez, o que é certo? o que é errado? Talvez não se ter certeza sobre o que é certo e o que é errado seja a nossa principal qualidade como comunidade.O que se vê nesse momento é que o fato de Agile ter sido criado em cima de valores e princípios, e o fato de ele ser representado principalmente por comunidades virtuais, o torna mais poderoso do que se pensa. Hoje não há ninguém que controle Agile. Nenhum dos autores do manifesto, ou mesmo um pequeno grupo deles, pode, isoladamente, controlá-lo. É um movimento de vida própria. E ele vem conseguindo oferecer as peças que precisamos para o quebra-cabeças que é desenvolver software. E o que o mantém assim é o equilíbrio gerado pela existência de diferentes abordagens e soluções para um número ilimitado de realidades e cenários de negócio que temos por aí. O Movimento Ágil é hoje um Sistema Adaptativo Complexo, como descrito pelo Highsmith. Ele começa a atuar sob regras que o fazem assumir "Comportamentos Complexos", onde "Complex Behaviour = Simple Rules + Rich Relationships". Em outras palavras, a comunidade hoje funciona assumindo os mesmos comportamentos esperados em projetos Ágeis de software: emergência, adaptabilidade e colaboração, tudo isso sob a proteção de quatro regras simples.Em resumo, o que faz Agile hoje ser tão poderoso são as polêmicas, as discordâncias. Elas mantém o paradigma atrelado ao bom senso. Nenhum dos lados deixa o modelo estável. Há dois extremos, e é a experiência e o estudo de cada um de nós que nos ajudará a localizar o ponto ideal entre eles. Nesse momento, a única certeza que se tem é que nenhum dos dois extremos é o melhor lugar para se posicionar.

Posted by: alisson.vale
Posted on: 11/15/2008 at 11:25 AM
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Categories: Projetos Ágeis
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